quinta-feira, 9 de junho de 2016

Visite Balneário Camboriú, você vai gostar



Há mais de 15 anos Balneário Camboriú aparece com destaque nos índices nacionais de boa administração pública e qualidade de vida. Por exemplo, no Atlas do Desenvolvimento Humano/2013, divulgado pela ONU, a cidade é a quarta colocada no país.

A economia municipal se baseia em construção civil (apartamentos principalmente para não residentes), turismo e serviços.

Com população fixa ao redor de 130 mil habitantes -incluídos os milhares de estudantes universitários que vivem aqui na maior parte do ano-, Balneário Camboriú recebe centenas de milhares de turistas principalmente em janeiro e fevereiro.

Durante os outros meses os visitantes são proprietários de imóveis que vêm à praia regularmente aos finais de semana e um grande contingente de turistas que procuram o parque Beto Carrero e se hospedam aqui onde a infra-estrutura é melhor.

A região concentra um crescimento econômico notável. Ao lado de Balneário Camboriú fica o complexo portuário de Itajaí, fonte de riqueza, empregos e impostos que elevaram o vizinho município à condição de segundo maior em arrecadação de ICMS no estado.

Balneário Camboriú é uma cidade pequena (apenas 50 Mk2) e vibrante. Nosso comércio funciona os sete dias da semana e no verão muitos estabelecimentos, incluído supermercados, nunca fecham.




Apesar do cosmopolitismo, devido à afluência de pessoas de todo o país e da América Latina, na maior parte do tempo a cidade é sossegada. Caminhar na praia, bebericar nos bares da orla marítima ou passar o tempo apreciando as belezas naturais é corriqueiro, hábito da população.

A cidade e os municípios do entorno também são famosos pelas baladas noturnas, aqui funcionam algumas das casas mais famosas do país.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Conheça um paraíso chamado "Quebec"


Considerada um dos destinos mais charmosos do Canadá e uma das cidades mais francesas do país – dividindo o título apenas com a bela e cosmopolita Montréal –, Québec City merece ser conhecida com tempo e sem pressa, da mesma forma como quando escolhemos um livro em uma biblioteca e o levamos para casa. Assim como um livro, que por alguma razão nos despertou a atenção pelo título, pelo resumo, pelas críticas e até mesmo pela capa, sabemos que, só mergulhando verdadeiramente em suas páginas – no caso de Québec City, em suas ruas –, um novo mundo de possibilidades se abre, extrapolando, muitas vezes, as nossas próprias expectativas.
Quando um livro torna-se muito maior do que seu título, capa, resumo e críticas e consegue se conectar ao seu leitor de uma forma mais profunda, alinhavando-se, inclusive, à sua história, sua chance de conquistar aos poucos um lugar no imaginário coletivo se expande, afinal somos seres sociais e que compartilham experiências, sejam elas sobre livros ou sobre viagens. Se faço uma analogia entre Québec City e alguns livros que me arrebataram ao longo da vida é porque enxergo nessa relação a mesma lógica. Vi muitas fotos da cidade; li muitos artigos sobre ela, mas apenas caminhando calmamente entre suas ruas e vielas, consegui alinhavá-la à minha vida. Entre seus lampiões acesos à noite ou entre seus muros de pedras, descobri que Québec City é bela e acolhedora; que lá as pessoas ainda apreciam conversar e não sofrem demasiadamente com a correria cotidiana das grandes metrópoles. Nessa cidade de herança francesa, há tempo para ouvir músicos tocarem em Vieux-Québec; ver pessoas dançando como se estivessem sozinhas umas com as outras mesmo em meio a uma multidão; para tomar um café e ler um jornal; para almoçar e dividir um vinho; para comprar frutas frescas no mercado da cidade e servi-las no jantar como sobremesa. Só abrindo as páginas desse livro com calma, você conseguirá enxergar o quanto essa cidade canadense tem força para encantar várias gerações com sua beleza, como um clássico que permanece atemporal mesmo que várias décadas tenham passado após a sua primeira edição.

Bandeira de Quebec. (Foto: Erick Araújo)